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BORDÉUS: A BELA ADORMECIDA, ACORDOU!

by Food and Travel Portugal
BORDÉUS: A BELA ADORMECIDA, ACORDOU!

Outrora considerada um destino pouco agitado, Bordéus revela agora uma identidade sensual. Michael Raffael ergue o seu copo e brinda a uma cidade que celebra a mudança.

FOTOGRAFIAS: IAN WALLACE

 

La Belle Endormie, A Bela Adormecida, é a forma como os franceses se referem a Bordéus. Mas a cidade bocejou, espreguiçou-se e acordou tão brilhante e dourada como um copo de vinho de Château d’Yquem, seu doce filho. A arquitetura do século XVIII, agora revelada, justifica a sua classificação como Património Mundial da Unesco, mas a mudança estética é apenas uma pequena parte da história.

Ponte de Pierre

Na última década, a cidade reinventou-se. As margens do Rio Garona, ocupadas por armazéns em ruínas, são agora uma memória distante. Elétricos, avenidas pedonais largas e uma nova linha de comboio, que demora duas horas desde Paris, fazem de Bordéus um destino irresistível para os bon chic, bon genre – a classe alta parisiense – e os turistas.

 

Durante o dia, estes visitantes juntam-se diante do Le Grand Theatre ou admiram as montras ao longo do Cors de l’Intendance. Refrescam os seus pés cansados no Miroir d’Eau, um lençol de água emoldurado pela Place de la Bourse, onde os mochileiros passam à aventura e os recém-casados posam para as fotografias. À noite, as praças renovadas e as ruas atrás dos quarteirões de Saint Pierre e Saint Michel enchem-se de gente. A cidade possui 2.000 restaurantes – demasiados segundo os habitantes locais – mas os melhores estão sempre cheios. Os foliões enchem a La Brasserie Bordelaise e lutam por espaço em bares de vinho, como o Aux Quatre Coins du Vin.

 

Para lá do centro histórico, o rio curva-se em direção ao mar. No fim do Quai de Bacalan, está La Cité du Vin. Não é bem uma cidade, mas sim uma estrutura sinuosa que foi desenhada para refletir o efeito do vinho a rodopiar no fundo do copo. Quando abriu, em maio do ano passado, a imprensa comparou-o automaticamente ao Museu Guggenheim, de Bilbau. Sylvie Cazes, que supervisionou o projeto desde o seu início, em 2007, explica-me que foi concebido como símbolo da relação amorosa entre França e o vinho, mas rapidamente cresceu para além do seu conceito original. ‘Quando Bordéus era uma cidade portuária, costumava atrair pessoas vindas de todo o mundo, principalmente de Inglaterra e Holanda,’ diz ela.

Exposição Le Cité du Vin

‘Era uma cidade aberta que estabelecia uma relação comercial com o resto do mundo através do seu vinho. Apercebemo-nos de que tínhamos a oportunidade de juntar e harmonizar o património universal do vinho.’ Pensar neste lugar como um museu, diz, seria um erro. ‘É um local onde as pessoas vêm e experimentam a cultura do vinho. Queremos que elas descubram várias formas de arte e património relacionadas com o vinho, através de temas diferentes que combinam a arte e a ciência.’

No interior, a exposição interativa encoraja os visitantes a usar os cinco sentidos num ambiente que, por vezes, se assemelha ao interior de uma baleia psicadélica. Sylvie conta-me a sua parte favorita: ‘Gosto da produção audiovisual d’O Banquete das Lendas. Eles têm conversas sobre vinho, há um diálogo engraçado entre Napoleão e Churchill, por exemplo. Maria Callas, Mozart e Alfred Hitchcock também estão presentes.’

Sendo o vinho tão relevante na agenda da cidade, a comida parece estar sempre em segundo plano. Em 2014, Joël Robuchon colocou o seu nome na porta do La Grande Maison e rapidamente foi premiado com duas estrelas Michelin. Mas, no início do ano passado, o chef, mais elogiado que qualquer outro, anunciou que se ia retirar. O seu sócio emitiu um comunicado dizendo que Bordéus não tinha o potencial económico para uma cozinha excecional de alta-qualidade. Gordon Ramsay, com o Le Pressoir d’Argent situado no hotel InterContinental, pode refutar essa afirmação.  Também o pode fazer, o chef Nicolas Magie, do Le Saint James, uma pousada em Bouliac, uma aldeia na periferia da cidade.

Exterior do Le St James

 

A sobremesa
Griguette de morango, do chef Nicolas Nguyen, do Le Chapin Fin

O Le Chapon Fin foi um dos 33 estabelecimentos premiados com três estrelas Michelin, em 1933. O pintor Henri de Toulouse-Lautrec jantou aqui. Assim como Sarah Bernhardt e Curnonsky (pseudónimo de Edmond Maurice Sailland, que primeiro identificou e promoveu a cozinha regional). Possui uma adega extensa e cobiçada à qual se pode fazer uma visita guiada. Hoje em dia, ao almoço, poderá partilhar a sala fin-de-siècle com executivos e as suas secretárias e alguns casais.

O menu de 30€ pode incluir uma entrada de pepino, amêijoas, azedas selvagens e limão negro, seguida por um pavé de rodovalho, puré de açafrão, pak choi e crocante de cebola. É o tipo de gastronomia inteligente de bistrô que está a florescer. Os pratos combinam com os vinhos, em vez de competirem com eles. É um truque que os habitantes de Bordéus entendem.

 

 

Jante no Restaurant Le 7, no último piso de La Cité du Vin, com uma vista deslumbrante sobre o rio, e vai encontrar plats du jour (pratos do dia) servidos freneticamente enquanto pessoas fazem fila na porta à espera de mesa.

Aqui, não há adeptos da alta gastronomia. Passe pelo La Tupina, de Jean-Pierre Xiradakis, e o frango de pele dourada crocante passado pelas brasas, é mais à la quinta do que poulet de Bresse. O Chez Boulan combina ostras vindas de Médoc com ceviches de robalo com manteiga de avelã ou dourada e yazu. Na Brasserie Bordelaise, os vegetais que acompanham o bife chegam em potes de alumínio.

Belle Campagne, bar de tapas

Nem todos os chefs trabalham apenas para subir de classificação no cenário gastronómico. Clement Duport, do Belle Campagne, é um psicólogo qualificado. O seu bistrô, perto da Place Saint Pierre, adquire todos os ingredientes num raio de 250km desde a sua porta. Isto inclui banha de pato vinda de agricultores em Landes, sal das Salies-de-Béarn, nos Pirenéus, e outras surpresas como tofu e molho de soja. Isso não limita a sua imaginação. Uma redução de lentilhas e cenouras combina com esturjão (o caviar é uma indústria local em crescimento). O carpaccio de dourada é pincelado com óleo de ameixa e aromatizado com piment d’Espelette (pimento de Espelette). Orelhas de porco fritas são mergulhadas em manteiga de alho e salsa. Ele descreve-se como um cozinheiro para os locavores (pessoas que comem preferencialmente apenas aquilo que é produzido na região onde vivem), um neologismo comparável com as pessoas que querem comer produtos naturais (orgânico já não se usa) com uma pegada de carbono mínima.

Há seis anos não havia bares de vinho em Bordéus, agora há dezenas. Estes abrem – e fecham – em vários formatos, cores e tamanhos. Entre os pioneiros temos o École du Vin. Gerido pela CIBV, a entidade promotora dos vinhos da região, este local fornece informações e notas de sabor, relativas a uma lista de vinhos frequentemente alterada. É bom saber que existem mais de 7.000 produtores para contrastar com os crus classés, que servem de padrão.

O Aux Quatre Coins du Vin marca a referência para a classificação dos outros bares. Vende todas as marcas mais famosas, mas o bónus é o seu sistema de ‘cartão de crédito’. No bar, os clientes definem a quantia que querem gastar. Equipados com copos, podem então escolher entre 40 vinhos em medidas de 30ml, 60ml e 120ml. Um provador de 30ml pode custar pouco mais de 1€. Para além do self-service, a lista das garrafas chega às centenas vindas de todo o mundo.

O Le Point Rouge tem a decoração de uma speakeasy oligarca, incluindo uma cópia realista do quadro de 1628, Los Borrachos, de Velásquez, adquirido em Cuba pelo proprietário, Claude Martignoles. É um bar de vinhos, de cocktails e um bistrô tudo num só. Tudo aqui é orientado para a ostentação: esculturas de gelo em vidros tão esguios que fazem tremer as suas bases, bebidas espirituosas raras e cocktails que vão desde os ponches do século XVIII até aos martinis das estrelas pornográficas. Até parece que o sommelier/gerente saiu de um cenário de Hollywood.

Restaurante Le Point Rouge

Em total contraste, na outra margem do rio, vai encontrar o Darwin, um complexo de armazéns desintegrados que foram construídos para fornecer o exército em 1850. Tem evoluído para um espaço verde em desenvolvimento, a antítese da arquitetura de calcário polido da outra margem do rio. Aqui, pode pedir uma cerveja artesanal (3.50€) que combina com a energia jovem de Bordéus. Até o seu nome carrega uma mensagem para os guerreiros ecológicos: Adapt to Survive. O seu armazém geral possui uma cantina, um supermercado, uma padaria e uma torrefação.

Magasin General, Darwin

O Clubhouse, um hangar com design bric-à-brac, não é um bar do mesmo género que o Point Rouge. Está cheio de bordaleses a conviver. Antes da sua encarnação atual, este local dispunha de paredes e muros livres para pinturas de graffiti. Os trabalhos destes artistas cobrem os tijolos. Uma cabana recuperada foi transformada num parque de skates e outra num campo de hóquei em patins. Bandas de música ao vivo atraem multidões. Uma loja de reparação de bicicletas reflete a energia de uma cidade que está a virar as costas aos carros – nunca encontrará trânsito dentro de Bordéus; este está restrito às periferias.

Passe uma noite no Le Saint James, em Bouliac, e pode ser que tenha uma Harley-Davidson ao lado da sua cama. É uma escolha curiosa de decoração que vai um pouco contra as ornamentações de Napoleão III, mais comuns na maioria dos hotéis Relais & Chateaux. Excêntrico, talvez, mas defendem um ponto de vista. A palavra francesa ludique (lúdico) define a sua totalidade. A grandiosidade e formalidade já não são suficientes.

Os grandes nomes – Mouton Rothschild, Margaux, Pétrus, Palmer – têm preços fenomenais em todo o mundo. Aqui, ao lado dos seus domínios, parecem oriundos de outro planeta a toda a gente, mas são um prazer real só para os mais ricos. O sommelier do hotel, Richard Bernard conhece-os bem, claro. Porém quando lhe pergunto que vinho levaria consigo para uma ilha deserta, não seria nenhum destes. ‘Se eu só pudesse levar uma garrafa, não escolheria um château com uma reputação mítica,’ explica. ‘Seria mais uma questão de prazer, esperanças e sonhos. Teria de ser um que me fizesse visitar memórias felizes, emoções.

Queijos da La Fromagerie Deruelle

Iria até à margem direita do rio e pediria por uma denominação que não é muito conhecida, Côtes de Castillon, do Domaine de l’A. É gerido por Stéphane e Christine Derernoncourt, que viajam pelo mundo como consultores, trabalhando para pessoas como Francis Ford Coppola. Este vinho é produzido na sua propriedade e descreve o merlot perfeitamente: equilibrado, tal como eles os dois.’

 

Uma ilha rodeada por Médoc, Saint-Emilion, Graves, Pomerol e Pessac-Leognan, esta cidade não se deixou fascinar pelas suas vinhas mais famosas. A loja de queijos de Elodie Deruelle, na Rue des Mousquetaires, caracteriza o espírito que a conquistou. ‘Muitos dos meus clientes têm menos de 20 anos,’ explica. ‘Eles compram pouco, mas exigem qualidade e não querem aquelas cochonneries (porcarias) vendidas nos supermercados.’ Bordéus é uma cidade cuidadosa, provincial e ornamentada com bom gosto. Não sucumbindo ao alarido associado às suas vinhas que outrora construíram a sua reputação.

 

Michael Raffael e Ian Wallace viajaram até Bordéus com a cortesia de Atout France, o website oficial para viajar em França.

 

 

 


INFORMAÇÃO DE VIAGEM

Bordéus fica no sudeste de França. Voos desde Lisboa duram cerca de 2 horas e o fuso horário é de uma hora a mais que Portugal.

DICAS ÚTEIS

A moeda é o euro. Em janeiro, as temperaturas oscilam entre os 2 e os 8ºC.

COMO CHEGAR

A TAP voa diretamente desde Lisboa, todos os dias.

A EasyJet também faz voos diretos para Bordéus desde Lisboa, diariamente.

FONTES DE INFORMAÇÃO

Atout France é o website oficial do turismo.

 


ONDE BEBER

Aux Quatre Coins du Vin A grande referência dos bares de vinho da cidade. Carrega um cartão de crédito à entrada e pode beber o que quiser, de entre cerca de 40 vinhos, em copos de tamanho pequeno, médio ou grande. Também há centenas de outros vinhos vindos de todo o mundo, disponíveis em garrafa. 8 Rue de la Devise, 00 33 5 5734 3729

Le Bar à Vin Faz parte da Maison du Vin, sede do corpo gerente da região vinícola, mas também tem um bar independente. Toda a gama de vinhos de Bordéus – tintos, secos e brancos doces, rosés, clairets e vinhos espumantes – pode ser experimentada. Há informações para qualquer bebida. 3 Cours du 30 Juillet, 00 33 5 5600 4347

Le Point Rouge Um bistrô e bar luxuosos, de vinhos e cocktails, onde o prometido é devido. É um local mais apropriado para visitar à noite. Aqui é tudo glamoroso, até os copos de vinho. Há uma variedade surpreendente de uísques japoneses por onde escolher e também vários canapés deliciosos para ajudar a absorver o álcool. 1 Quai de Paludate, 00 33 5 5694 9440

 


ONDE COMER

Os preços são por pessoa e equivalem a três pratos e vinho, exceto quando referido o contrário.

Belle Campagne Totalmente despretensioso, os pratos deste bistrô em Saint Pierra são robustos e saborosos, desde pombo ou polvo até tigelas enormes de batatas fritas em gordura de pato. Desde 85€. 15 Rue des Bahutiers, 00 33 5 5681 1651

Brasserie Bordelaise Charcutaria, bifes e vinho são as escolhas mais comuns. Para os mais aventureiros, há estufado de lampreia. Desde 115€. 50 Rue Saint-Rémi, 00 33 5 5787 1191

Le Chapon Fin Outrora um dos melhores restaurantes provinciais de França, esta sala de jantar do estilo belle époque está a voltar às suas origens graças à gastronomia criativa do jovem chef Nicolas Nguyen. Desde 130€. 5 Rue Montesquieu, 00 33 5 5679 1010

Restaurant Le 7 No último piso do La Cité du Vin, este bistrô tem uma vista deslumbrante para o Rio Garona e uma cozinha inteligente e de confiança – não surpreende, dado o número de pessoas na lista de espera. Desde 85€. 4 Esplanade de Pontac, 00 33 5 6431 0540

La Tupina Uma instituição de Bordéus, serve frango e salsichas biológicas grelhadas no churrasco. O proprietário, Jean Pierre Xiradakis, é um historiador local de renome e escritor. O seu livro Le Pieton de Bordeaux, uma série de passeios pela cidade, é um guia útil para os francófonos. Desde 135€. 6 Rue Porte de la Monnaie, 00 33 5 5691 5637

 


ONDE FICAR

La Cour Carrée É um hotel boutique pequeno e acolhedor num lado calmo da rua. O edifício é uma mansão do século XVIII restaurada e os proprietários, dotados hoteleiros amadores, são hospitaleiros. Duplos desde 139€. 5 Rue de Lurbe, 00 33 5 5735 0000

Maison Fredon Um ramo do restaurante La Tupina, é uma guesthouse com uma decoração agradável e peculiarmente criativa, com cinco quartos – cheios de peças de artesanato e acessórios. 5 Rue Porte de La Monnaie, 00 33 5 5691 5637

Mama Shelter Os quartos desenhados por Philippe Starck são harmoniosos, mas a sua versão do bar e restaurante é agradavelmente excêntrica. Vai encontrar bóias insufláveis dependuradas do teto, complementadas por cocktails e um menu criado pelo maestro culinário Guy Savoy. Duplos desde 80€. 19 Rue Poquelin Moliere, 00 33 5 5730 4545

Le Saint James Situados numa colina acima da cidade, os quartos foram desenhados para exibir uma vista deslumbrante que inclui uma pequena vinha de merlot, em vez de um jardim. O restaurante, com paredes de vidro, tem o mesmo objetivo. À noite, para um toque teatral, a maître d’hotel reduz as luzes por um minuto. O sommelier Richard Bernard executa combinações perfeitas entre os vinhos e a cozinha com estrela Michelin. Duplos desde 245€. 3 Place Camille Hostein, Bouliac 33270, 00 33 5 5797 0600

Seeko’o Design Hotel Um hotel moderno e confortável na linha de água. Relativamente perto do La Cité du Vin. Se conseguir arranjar um estacionamento em Bordéus será extremamente sortudo, daí a garagem do hotel ser valiosa se tiver carro. Há 45 quartos, um dos quais exibe uma cama redonda. Duplos desde 205€. 54 Quai de Bacalan, 00 33 5 5639 0707


LOCAIS DE INTERESSE

La Cité du Vin É o museu/evento/experiência, relacionado com vinho, mais imaginativo, lúdico e informativo do mundo. Só a Cave aux Vins merece uma visita, sem dúvida. Vai mudar qualquer opinião que tenha sobre o mundo dos vinhos ser elitista e antiquado. Cobrindo mais de 3000m2 e com 20 exposições únicas, este é um belo local para passar o dia. 134-150 Quai de Bacalan, 00 33 5 5616 2020

Darwin Mais do que uma afirmação ecológica ou um parque de diversões para a sociedade alternativa, é uma parte central da experiência moderna de Bordéus. Movimentado e inovador, especialmente aos fins-de-semana, é um local relaxante e informal. Deve passar também pela sua loja e experimentar o café caseiro. 87 Quai des Queyries, 00 33 5 5677 5206

L’ école de Cuisine Célia Girard, professora da escola de culinária agregada ao Le Saint James Hotel, em Bouliac, é uma excelente cozinheira e ótima juíza de caráter. Mede o sucesso dos seus cursos de acordo com o nível de perfeição atingido pelos alunos. Aulas para crianças também estão disponíveis. 3 Place Camille Hostein, Bouliac, 00 33 5 5797 0600

Fromagerie Deruelle A região de Bordéus pode não ter muitos queijos próprios, mas pode orgulhar-se de ter uma loja de queijos soberba e elegante. Se estiver a pensar em fazer um piquenique, este é o sítio ideal para encher a sua mala. 66 Rue du Pas-Saint-Georges, 00 33 5 5783 0415

La Maison du Glacier Este gelado artesanal contrasta com os seus rivais, que vendem opções berrantes e com sabores artificiais. Um local perfeito para descansar os pés. 1 Place Saint-Pierre, 00 33 6 3545 5007

Marché de Chartrons O mercado de domingo, ao ar livre, estende-se ao longo do cais, colorindo a cidade e enchendo o ar de aromas maravilhosos. Vai encontrar comida, mobília, flores, artesanato e, claro, muitas provas. 2 Rue Sicard, das 7h às 15h

Vieux Lormont Compre um passe de elétrico (é a forma mais fácil de ver a cidade) e use-o também no ferry que vai de Bourse até Vieux Lormont, uma viagem de barco de 30 minutos. É uma vila bonita, com ruas sinuosas entre becos, capelas neogóticas, um parque natural e casas brancas do século XV. A verdadeira atração é, sem dúvida, a viagem em si.

 


 

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